Compare quanto cada caminho deixa no seu bolso na aposentadoria, considerando o desconto no imposto de renda, a tributação no resgate, as taxas e a escolha entre a tabela regressiva e a progressiva. Todos os valores aparecem em reais de hoje, já descontada a inflação.
Outras deduções: INSS, dependentes, saúde e educação. A outra renda na aposentadoria, como o benefício do INSS, define a faixa de imposto na tabela progressiva.
A mesma rentabilidade, antes das taxas, vale para as três opções. O investimento por fora considera um título como o Tesouro Direto, com imposto de 15% sobre o ganho no resgate.
Como o cálculo funciona. Cada aporte é acompanhado mês a mês. Na tabela regressiva, cada aporte paga a alíquota do seu próprio prazo, de 35% a 10%, e os resgates saem dos aportes mais antigos primeiro. Na progressiva, o valor recebido soma-se à sua outra renda e paga imposto pela tabela anual, já com a redução para rendas de até R$ 5 mil por mês. O app testa os dois regimes e mostra o melhor. No PGBL, o imposto incide sobre tudo o que é resgatado. No VGBL e no investimento por fora, só sobre o rendimento.
O que muda com as reformas. A reforma tributária do consumo, que começa em 2027 com a CBS, atinge os serviços das seguradoras, não os seus aportes e resgates. Pode encarecer as taxas, por isso vale testar taxas de administração mais altas. Quem tem renda acima de R$ 600 mil por ano passa a ter um imposto mínimo de até 10%, que pode reduzir a vantagem do PGBL. Aportes em VGBL acima de R$ 600 mil por ano pagam IOF de 5% sobre o excedente.
Simulação educativa. Não é recomendação de investimento. Faixas e alíquotas são corrigidas pela inflação ao longo do tempo. Na renda pela tabela progressiva, a partir dos 65 anos o app aplica a parcela isenta de R$ 1.903,98 por mês, dividida com a sua outra renda de aposentadoria. O app não considera a portabilidade entre planos e o come-cotas. Os dados ficam só nesta página.